sexta-feira, 22 de julho de 2011

Não!


UM ALERTA PARA OS PAIS!!! Criando um Monstro.



O que pode criar um monstro? O que leva um rapaz de 22 anos a estragar a própria vida e a vida de outras duas jovens por... nada? Será que é índole? Talvez, a mídia? A influência da televisão? A situação social da violência? Traumas? Raiva contida? Deficiência social ou mental? Permissividade da sociedade? O que faz alguém achar que pode comprar armas de fogo, entrar na casa de uma família, fazer reféns, assustar e desalojar vizinhos, ocupar a polícia por mais de 100 horas e atirar em duas pessoas inocentes? O rapaz deu a resposta: “Ela não quis falar comigo”.
A garota disse não, não quero mais falar com você. E o garoto, dizendo que ama, não aceitou um não. Seu desejo era mais importante.
Não quero ser mais um desses psicólogos de araque que infestam os programas vespertinos de televisão, que explicam tudo de maneira muito simplista e falam descontextualizadamente sobre a vida dos outros sem serem chamados.
Mas ontem, enquanto não conseguia dormir pensando nesse absurdo todo, pensei que o não da menina Eloá foi o único. Faltaram muitos outros nãos nessa história toda. Faltou um pai e uma mãe dizerem que a filha de 12 anos NÃO podia namorar um rapaz de 19. Faltou uma outra mãe dizer que NÃO iria sucumbir ao medo e ir lá tirar o filho do tal apartamento a puxões de orelha. Faltou o governo dizer NÃO ao sensacionalismo da imprensa em torno do caso, que permitiu que o tal sequestrador conversasse e chorasse compulsivamente em todos os programas de TV que o procuraram. Simples assim. NÃO.
Pelo jeito, a única que disse “não” nessa história foi punida com uma bala na cabeça.
O mundo está carente de nãos. Vejo que cada vez mais os pais e professores morrem de medo de dizer não às crianças. Pessoas têm medo de dizer não aos amigos. Chefes que não dizem não aos subordinados. Gente que não consegue dizer não aos próprios desejos. E assim são criados alguns monstros. Talvez alguns não cheguem a sequestrar pessoas. Mas têm pequenos surtos quando escutam um não, seja do guarda de trânsito, do chefe, do professor, da namorada, do gerente do banco. Essas pessoas acabam crendo que abusar é normal. E é legal. Os pais dizem: “Não posso traumatizar meu filho”. E não é raro eu ver alguns tomando tapas de bebês com 1 ou 2 anos. Outros gastam o que não têm em brinquedos todos os dias e festas de aniversário faraônicas para suas crias. Sem falar nos adolescentes. Hoje em dia, é difícil ouvir alguém dizer: “Não, você não pode bater no seu amiguinho”. “Não, você não vai assistir a uma novela feita para adultos”. “Não, você não vai fumar”. “Não, você não vai passar a madrugada na rua”. “Não, você não vai dirigir sem carteira de habilitação”. “Não, você não vai beber uma cervejinha”. “Não, essas pessoas não são companhias pra você”. “Não, hoje você não vai ganhar brinquedo ou comer salgadinho e chocolate”. “Não, aqui não é lugar para você ficar”. “Não, você não vai faltar na escola sem motivo”. “Não, essa conversa não é pra você”. “Não, com isto você não vai brincar”. “Não, hoje você está de castigo e não vai brincar no parque”.
Crianças e adolescentes que crescem sem ouvir bons, justos e firmes NÃOS crescem sem saber que o mundo não é só deles. E aí, no primeiro não que a vida dá (e a vida dá muitos) surtam. Usam drogas. Compram armas. Batem em professores. Furam o pneu do carro do chefe. Chutam mendigos e prostitutas na rua. E daí por diante.
Não estou defendendo a volta da educação rígida e sem diálogo, pelo contrário. Acredito piamente que crianças e adolescentes tratados com um amor real, sem culpa, tranquilo e livre, conseguem perfeitamente entender uma sanção do pai ou da mãe, um corretivo bem aplicado, um castigo, um não. Intuem que o amor dos adultos pelas crianças não é só prazer - é também responsabilidade.
E quem ouve uns nãos de vez em quando também aprende a dizê-los quando é preciso. Acaba aprendendo que é importante dizer não com respeito e firmeza a algumas pessoas que tentam abusar de nós de diversas maneiras, mesmo que sejam pessoas que nos amem.
O não protege, ensina e prepara. Por mais que seja difícil, eu tento dizer não aos seres humanos que cruzam o meu caminho quando acredito que é hora - e tento respeitar também os nãos que recebo. Nem sempre consigo, mas tento. Acredito que é aí que está a verdadeira prova de amor. E é também aí que pode estar a solução para a violência cada vez mais desmedida e absurda dos nossos dias.

Texto de Dra Maria Isabel, professora de psicologia, publicado no JB.

Deus abençoe...ótimo final de semana.
Abraços, Equipe Novo SER.

segunda-feira, 4 de julho de 2011


Temos Tanto para agradecer.
Deus abençoe a todas as pessoas que fazem o Projeto acontecer...
Obrigada Jesus.
Equipe Novo SER

terça-feira, 28 de junho de 2011

ESPELHO!

G.R. Tweed olhou pelas águas de Pacífico para o navio americano no horizonte. Limpando o suor de selva dos seus olhos, o jovem oficial naval engoliu profundamente e tomou sua decisão. Esta poderia ser a única chance dele para fugir.

Tweed estava se escondendo na ilha de Guam durante três anos. Quando o exército japonês ocupou a ilha em 1941, ele se escondeu no denso matagal tropical. Sobreviver não havia sido fácil, mas ele preferiu o pântano a um campo de prisioneiros de guerra.



Tarde naquele dia, 10 de julho de 1944, ele percebeu o navio aliado. Ele correu para cima de uma colina e se posicionou em um precipício. De dentro da sua mochila, ele tirou um espelho de mão. Às 18:20 ele começou a enviar sinais em código Morse. Segurando a extremidade do espelho nos dedos, ele o inclinou de um lado para outro, refletindo os raios do sol em direção ao barco. Três sinais curtos. Três longos. Três curtos novamente. Ponto-ponto-ponto. Traço-traço- traço. Ponto-ponto-ponto. S-O-S.
O sinal chamou a atenção de um marinheiro a bordo do USS McCall. Uma equipe de resgate embarcou num bote motorizado e passou despercebido na angra além do alcance das armas do litoral. Tweed foi salvo.
Ele estava feliz por ter aquele espelho; feliz porque soube usá-lo, e feliz porque o espelho cooperou. Suponha que não tivesse. (Prepare-se para um pensamento absurdo.) Suponha que o espelho tivesse resistido, empurrado sua própria agenda? Em lugar de refletir uma mensagem do sol, imagine se tivesse optado por enviar algo próprio? Afinal de contas, três anos de isolamento deixariam qualquer um faminto por atenção. Em lugar de enviar um S-O-S, o espelho poderia ter enviado um O-P-M “Olhe para mim.”
Um espelho egoísta?
O único pensamento mais absurdo seria um espelho inseguroE se eu estragar tudo? E, se eu envio um traço quando devo enviar um ponto? Além disso, você já viu as manchas na minha superfície? Duvidar de si mesmo poderia paralisar um espelho.
Da mesma forma seria auto-piedadeEnfiado naquela mochila, arrastado por selvas, e agora, de repente espera-se que eu enfrente o sol brilhante e execute um serviço crucial. De jeito nenhum. Fico no pacote. Não sai nenhum reflexo de mim.
Ainda bem que o espelho de Tweed não teve uma mente própria.
E os espelhos de Deus? Infelizmente nós temos.
Reduza a descrição do trabalho humano a uma única frase, e esta seria: Refletir a glória de Deus.
Nós somos espelhos de Deus!!!!
“Portanto, todos nós, com o rosto descoberto, refletimos a glória que vem do Senhor. Essa glória vai ficando cada vez mais brilhante e vai nos tornando cada vez mais parecidos com o Senhor, que é o Espírito.” II Coríntios 3:18
Pegue um espelho e uma lanterna. Apague a luz. Acenda a lanterna e use o reflexo para apontar para qualquer canto escuro.
A escuridão é o mundo! Vivemos em um mundo de trevas. Somos luz nesse mundo, mas mais do que isso, temos a função de refletir a luz!
Nós somos o espelho e a lanterna, bom, você já deve imaginar… a lanterna é Jesus!
Jesus como lanterna, aponta a Sua luz em nós e direciona para onde Ele quer que seja iluminado.
O espelho não é a lanterna, mas serve para refletir a luz da lanterna.
Agora, eu  pergunto:
nós, como espelhos, que luz temos refletido?

Baseado no livro: Isto não é para mim, capítulo ‘Espelhos de Deus’  de Max Lucado
Com amor,
Equipe Novo SER.

sábado, 18 de junho de 2011


Noite da cultura Judaica.......
Palavra, músicas, brincadeiras e comidas judaicas......
Os meninos usaram Kipa.
Muito benção a programação, cansativo mas gratificante.
Deus abençoe.

Equipe Novo SER

Manhã abençoada com a visita ilustre de uma das mantenedoras do Projeto Novo SER, nossa amiga e irmã Carol Seberino.
Foi uma manhã, mas um tempo super gostoso com as crianças e elas pedem "bis"
Deus abençoe a tua vida.




Equipe Novo SER

terça-feira, 14 de junho de 2011

Este vídeo mostra como o tempo passa e deixamos coisas para trás porque chegam outras e substituem as "velhas".
Muito bom!


Equipe Novo SER.

segunda-feira, 13 de junho de 2011